Conheça detalhes do novo Omega

Holden Commodore

O Omega, comercializado no Brasil sob a bandeira Chevrolet, ganhou quarta geração, denominada VE. Em sua terra de origem, a Austrália, ele carrega a marca Holden (braço australiano da GM), e recebe o nome de Commodore. O modelo chega com estilo renovado, linha de motores revisada e novas tecnologias. Agora, há sete versões de acabamento, das quais a novidade é a Omega.

Esta, todavia, é a opção de entrada da linha, substituta da Executive. Vem com motor 3.6 V6, de 245 cavalos e 33,5 kgfm, e câmbio automático de cinco marchas. Apesar do nome, que batiza o carro vendido no Brasil, esta versão não deve vir para nosso território. Por aqui, a GM deve continuar comercializando a Calais, com propulsor 3.6 V6, de 265 cv, 34,5 kgfm e novo câmbio automático de seis marchas, já utilizado no modelo STS-V, da Cadillac, a bandeira de luxo do grupo General Motors.

Todos os propulsores da linha ganharam potência extra; eles equipam, além das já citadas, outras cinco versões de acabamento. A Berlina vem com o mesmo motor da Omega, e a SV6 e a Calais V compartilham motorização com a Calais. As demais são as esportivas SS e SSV. Ambas utilizam motorização 6.0 V8, novidade da linha, já utilizado em modelos Cadillac e no esportivo Corvette, da Chevrolet.

O motor rende 367 cavalos e desenvolve torque de 53,6 kgfm a 4.400 rpm. Além do propulsor mais forte, as versões SS trazem também características que ressaltam a esportividade. No exterior, há aerofólio, as rodas são largas e as lanternas diferenciadas; na parte externa, o revestimento dos bancos e acabamento do painel é feito em cores mais vivas. Na linha de câmbio, além do automático já citado, há mais quatro opções, com seis, cinco ou quatro marchas.

O Omega, ou Commodore, vem com sistemas de segurança como programa eletrônico de estabilidade (ESP), airbags e sensor de estacionamento, novidade na linha. Outras tecnologias inéditas no carro ficam por conta do sistema de ar-condicionado, tela multifunções na cabine e rádio com DVD e MP3. O estilo ganhou modernidade e robustez; ele segue as linhas de modelos GM comercializados na Europa.

Os destaques ficam por conta da grade do radiador, mais larga, e das saídas de ar localizadas nas laterais, atrás das rodas dianteiras. O recurso dá um toque de esportividade ao sedã da Holden. Após o início das vendas na Austrália, em agosto, o carro será exportado, informa o fabricante. Resta saber quando desembarca no Brasil: se no final deste ano ou primeiros meses de 2007. Desde o início da carreira do Commodore, em 1978, a Holden já comercializou 2,4 milhões de unidades do carro.

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